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Fonte: 
http://julioalves.com.br/criatividade-nao-e-para-os-chatos/

JulioEsse é um texto que recebi em minha caixa de e-mails, achei simplesmente sensacional.
O texto é de Alfredo Behrens, publicado na revista Pequenas empresas & Grandes negócios de Outubro de 2012.
Uma leitura rápida que vale a pena.

Se quiser atrair mentes criativas, não fique controlando o horário dos funcionários.

Criatividade rima com personalidades inquietas, curiosas, insatisfeitas a ponto de serem até incômodas. Criatividade não é para os chatos. De um conjunto de chatos não sairá nada de novo. Pior, eles poderão até drenas o potencial dos criativos, porque a tendência dos chatos é se unir contra o diferente.

Numa empresa, é inútil procurar extrair a criatividade de quem está sujeito a um controle de horário. Elimine o controle. É repressão. Elimine também os que acham que o controle induz à produtividade, porque a repressão não leva à virtude. O próprio lugar precisa ser orientado a estimular e acolher a criatividade.

Deve promover a interação, a troca de informações, a efervescência. Um ambiente desses atrai pessoas criativas. O reconhecimento de seus pares faz toda a diferença ao ser criativo. Os criativos se reconhecem, nutrem-se uns dos outros, precisam interagir para se inspirar.

Proximidade pode não se aplicar a todas as áreas. Por exemplo: os escritores aparecem nos lugares mais insuspeitos. Mas, por menor que seja o povoado, deve ter pelo menos uma biblioteca. Aliás, a sua empresa tem uma? Você empresta DVDs de ópera ou balé ao seus empregados? Por que não?

Já pintores, inventores, compositores são diferentes dos escritores. Todos precisam de mais. Nem que seja de tintas, de instrumentos, de laboratórios. Precisam dos outros, mas também de liberdade e cuidado. O criativo, que mal se liga no dinheiro, precisa de acolhimento. Daí os mecenas. Quer criatividade em sua empresa? Seja um mecenas, aprecie o heterodoxo, o diferente, desenvolva sua própria curiosidade.

Para estimular a criatividade em sua empresa, você precisará primeiro neutralizar os chatos. Precisa deles? Eles têm competências das quais você não pode prescindir? Então mantenha-os, mas não no comando.

Promova quem vai conviver bem com a criatividade e a eventual desordem que ela traz. Em segundo lugar, crie você mesmo um ambiente criativo, que promova o prazer de estar ali, que facilite as trocas. Não sabe como? Visite os ambientes das empresas criativas e escolha o que você quer.

Depois, contrate um arquiteto. Já seria um bom começo. Terceiro, atraia um pioneiro que caiba em seu bolso. Ele atrairá os outros criativos. Você talvez nem precise pagar por todos eles. Ofereça espaço, condições, acolha.

Essa interação acabará beneficiando os que trabalham com você. Fomente a diversidade, contrate talentos, não caras bonitas nem currículos glamourosos ou primeiros alunos. Inteligência acadêmica poderá ser um pré-requisito, mas raramente é suficiente. Einstein foi reprovado e trabalhou numa empresa de seguros até que se libertou. Já imaginou a cara do professor que o reprovou? Alguém lembra do nome? Tomara que você não tenha um dia de amargar o arrependimento de ter demitido um sujeito que decolou em outro lugar.

*Alfredo Behrens é professor da Fundação Instituto de Administração(FIA), em São Paulo. Seu livro mais recente é: Fuzilar Heróis e Premiar Covardes, O Caminho Certo para um Desastre Organizacional (Editora Bei).

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Atualmente, a Motorola é uma das marcas de telecomunicações mais respeitadas do mundo, mas em 1986, a empresa teve que enfrentar alguns desafios sérios. Ela lutava para competir com as fábricas estrangeiras e o vice-presidente de vendas admitiu que a qualidade de seus produtos estava bem ruim. Então, o presidente Bob Galvin estabeleceu uma meta ambiciosa: atingir o décuplo de melhoria da qualidade dos produtos e atingir a satisfação do cliente em cinco anos. Mas como? O plano focava  competitividade global, gerenciamento participativo e, o mais importante, melhoria severa da qualidade.

Reunião de negócios
Rob Melnychuk/Photodisc/Getty Images
A Motorola revolucionou a melhoria da qualidade e de processos de negócios com o seu programa Six Sigma

­O engenheiro de qualidade da Motorola, Bill Smith, chamou o processo de melhoria de qualidade de Six Sigma. Era um nome atraente e os resultados eram ainda mais extraordinários. Em 1988, a Motorola ganhou o Malcolm Baldridge National Quality Award baseado nos resultados que obteve em apenas dois anos. Agora, mais de duas décadas depois, milhares de empresas usam o Six Sigma para otimizar os processos e aumentar a os lucros.

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